← Todos os escritos

Escritos do Frei Rui

O Pecado

A dor do pecado. É sobre este tema tão delicado que o Frei Rui discorre nesta homilia. E exorta que não pequemos. Demonstra que a vida é mais fácil quando seguimos os caminhos da retidão.

Frei Rui, muito obrigada por suas palavras, pelo seu exemplo e pelo Legado que o senhor deixou. Tudo isto nos ajuda a seguir em frente.

Jesus, Filho de Deus Pai, colocamos nossas vidas em Suas mãos!

São Miguel Arcanjo, protegei-nos do mal!

Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!

O Pecado

Frei Rui Depiné o.f.m.

Pelo fato de sermos cristãos, de um dia termos sido batizados, de fazermos parte da Igreja, ninguém está livre do erro, das fraquezas e do pecado.

Ninguém é tão perfeito fora ou dentro da Igreja que não peque mais. Mas isto também não é justificativa, incentivo, apoio para o que é errado.

Não é justificação para a maldade, para vícios e paixões, desregramento, ou como diz a Epístola de São Paulo não é incentivo para o adultério, para matar o outro – para furtar – para cobiçar as coisas alheias.

É certo que os ensinamentos do Cristo levam a progredir no caminho do bem, da convivência mútua, do entendimento e isto é a base da sobrevivência.

Uma família que se odeia entre si acaba separada, dividida – destruída – quando não se matam entre si...

Ninguém se separa, se odeia – se mata porque quer bem demais e porque se ama demais.

Nesta passagem do Evangelho de hoje o Cristo mostra alguém que erra – alguém que peca.

Ele não deve ser desprezado, não deve ser abandonado, deixado de lado. Não deve ser condenado, o contrário, deve ser considerado, deve ser ajudado, deve ser compreendido.

Tudo deve ser feito para que essa pessoa seja ganha de novo.

Mas é preciso iniciativa e boa vontade dos dois lados.

Não adianta um médico tratar um ferimento de paciente se logo depois do curativo este mesmo, com um gancho, com uma agulha, fica rasgando a parte machucada.

Nunca vai ficar bom. Só vai piorar – até perder a parte.

Assim, se a pessoa errada não aceitar – não reagir – não reconhecer – não começar tudo de novo, então ela está perdida – porque não tem mais possibilidade de ser diferente, de se modificar.

Se alguém acha que a cachaça resolve tudo – todos os problemas da vida, então acaba afogado no álcool e a vida termina ali e ninguém mais pode fazer algo por ele.

E o Cristo diz então: “ele é semelhante a um pagão que vive sem Deus”.

O pior é que o pecado, o desregramento – o erro – o vício não prejudica só uma pessoa mas prejudica todo mundo, prejudica um ambiente, prejudica uma comunidade inteira.

A atitude do Cristo é e será sempre esta: a do Bom Pastor.

O propósito da encarnação de Jesus Cristo não foi para condenar os homens mas leva-los ao sentido da ressureição.

“Eu não vim salvar os justos mas os pecadores. ”

Cristo: nossa salvação

Orai e vigiai

1200150000

Hóstia Sagrada

O pecado prende

Cristo liberta