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Homilias

Homilia 279 Parábola dos Talentos

Homilia 279

A Parábola dos Talentos

Frei Rui Guido Depiné o.f.m.

A parábola dos talentos nos mostra como Deus confia todos os bens deste mundo em nossas mãos. Os bens devem ser conquistados com suor, esforço e dignidade.

Como lidamos com as coisas?

Como tratamos a natureza? Devastação, desmatamento, poluição.

Como tratamos a terra. Cada vez mais cheia de veneno e lixo.

A terra que nos sustenta, nos alimenta, nos dá medicação, o vestuário, a moradia, o calçado e que por fim nos acolhe quando morremos.

Como nós usamos os nossos talentos, a nossa inteligência, a nossa capacidade, mesmo os nossos sentimentos, a nossa cultura?

Como nós usamos nosso tempo?

Como nós tratamos o nosso próximo?

Como e quando nós nos lembramos de Deus? Na hora da desgraça, da doença, do desespero, e da morte?

Na parábola dos talentos dois empregados corresponderam a vontade de Deus. Foram responsáveis e fiéis. Recebem elogios de Deus.

Um enterrou os talentos – não se comprometeu. Recebe a condenação de Deus.

“Este é um servo inútil. Jogai-o fora na escuridão”.

Não deve ser a promessa de um paraíso – nem o medo do inferno que nos inspiram, mas, sim a doutrina no Homem de Nazaré.