Homilias
Homilia 231 A parábola do fazendeiro rico
Homilia 231
A parábola do fazendeiro rico
Frei Rui Guido Depiné o.f.m.
A terra produzira uma colheita muito grande. Uma super safra.
Não tinha onde armazenar.
Que fazer – pensou ele?
Vou derrubar os meus celeiros que são pequenos e vou construir celeiros grandes.
Ali guardarei toda colheita.
Ali direi: meu amigo, ali tens uma reserva para muitos anos.
Descansa – bebe e aproveita a vida.
Deus lhe disse: “Louco, nesta mesma noite você vai morrer e Deus pedirá contas de tua vida. Para quem ficará esta fortuna? Assim acontece para aqueles que ajuntam tesouros apenas para si – e não é rico aos olhos de Deus.
A vida passa pelas coisas deste mundo. Que bom que havia um pouco de tempo para nos encontrarmos como povo de Deus.
Os bens deste mundo e a vida.
A vida é o bem mais precioso.
A vida não se compra – não se vende – e não se joga fora. A vida se constrói ganhando estes salários e imagens – propaganda quase 500 Reais.
Jesus Cristo nos traz a parábola do rico fazendeiro.
Há gente que busca felicidade apenas nos bens materiais deste mundo. Ajuntando uma grande fortuna, a vida está garantida (pronta).
Quem tem ouro e prata – quem tem recursos.
Imagina viver para sempre. A vida vai embora do mesmo jeito daquele que é pobre. Todos os bens do mundo são bons. O ideal seria uma vida digna para todos, onde não faltasse o básico, o indispensável.
Enquanto muita gente se banqueteia todos os dias, muita gente não tem um pedaço de pão para matar a fome e não há vínculo nenhum entre o miserável e o abastado.
Ao contrário, quem tem muito quer muito mais e quer só para si. Por outro lado, também tem muita gente que está muito bem de vida e reparte seu pão de mil modos.
Tem muita gente que vai mal porque também não luta pela vida.