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Escritos do Frei Rui

Dia das Mães

Quantas mães passaram pelo São Roque e conseguiram levar para casa um pouco de comida para seus filhos? As vezes um brinquedo, as vezes um doce. Uma roupa. Material escolar.

Impossível saber, mas cada uma delas se lembra.

Quantas mães passaram pelo São Roque e foram socorridas de situações difíceis, quantas foram aconselhadas, quantas foram salvas?

Impossível saber. Mas cada uma delas se lembra.

O Frei Rui e as Irmãs do São Roque sempre cuidaram que as mães pudessem cuidar de seus filhos.

E cada uma delas se lembra.

Muito obrigada! Amém.

Dia das Mães

Frei Rui Depiné o.f.m.

Que esta Missa seja uma homenagem às nossas mães.

Por tudo quanto nossa mãe fez por nós, por tudo o que ela significa neste mundo, pela vida que ela nos deu.

Vamos oferecer a vida inteira da nossa mãe à Deus.

Hoje é o Dia das Mães.

Dia de todas as mães.

Das mães do mundo inteiro.

Da mãe preta – da mãe branca.

Da mãe jovem – da mãe velhinha.

DA mãe casada – da mãe solteira.

Da mãe pobre – da mãe rica.

Da mãe camponesa – da mãe da cidade.

Da mãe indígena, cabocla, da mãe do pescador.

Da mãe doente, da mãe que goza de boa saúde.

Da mãe livre – da mãe presa.

Da mãe letrada – da mãe analfabeta.

Da mãe simples do interior – da mãe sofisticada das manchetes.

Da mãe do presidente – da mãe do engraxate.

Da mãe do Governador – da mãe do lixeiro.

Da mãe crente – da mãe descrente.

Da mãe morta – da mãe viva.

Da mãe do Cristo e da mãe sem Deus.

Hoje é o dia de todas as mães. Todas elas deram algo de si. A vida em forma de uma criança. Lembremos todas estas mães.

Celebremos neste encontro de fé, a vida da nossa mãe.