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Homilias

Caderno 2 Homilia 9 Missões Sal Luz

Caderno 2

Homilia 9

Missões

Sal - Luz

O Evangelho deste domingo nos apresenta o ensinamento de alguma parábola que o Cristo proferiu.

Sol – luz – da cidade construída no alto da lâmpada acesa.

No tempo de Jesus Cristo o sal na Palestina era considerado uma espécie de divindade porque ele tinha o podem em si – o poder – a força estava dento dele mesmo de conservar e de dar sabor – gosto aos alimentos.

O sal tem uma função específica e definida que nenhum outro condimento tem.

Por isto o sal puro era uma espécie de divindade.

Na Palestina ele provinha do Mar Morto e sob certas condições quando extraído e deixado ao relento por muito tempo e perde sua força, mas mantém a aparência de sal.

Dali para nada mais presta senão para ser calcado fora e pisado pelos homens.

É que o sal imprestável era jogado ao redor do templo ou pelos caminhos e era pisado por todo mundo.

O Cristo se serve desta imagem do sal que todo mundo conhecia e usava para dizer que a religião sem a prática certa não tem valor nenhum e que a vida sem sentido – não vale nada – vale tanto quanto o sal deteriorado, é inútil.

Por outro lado, Cristo mostra a virtude – o valor – a força – do homem que teme à Deus, do homem cheio de fé, especificamente dos discípulos que se propõe a viver como Ele viveu e ele lhes diz que são semelhantes ao sal – a luz – a cidade construída na montanha e a lâmpada acessa.

Que seria do mundo se o sal desaparecesse totalmente. Desapareceu por estes dias nos mercados e criou um transtorno tremendo. Sei de gente que perdeu dias procurando um pingo e não encontrou.

Que seria do mundo se a luz desaparecesse.

Que seria do mundo se a religião, se a fé, a ética, a moral, a consciência de uma vida superior desaparecesse.

Como vive alguém que não acredita em nada?