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Memórias

A Vocação do Frei Rui

Em 17/07/1971 o saudoso Frade Franciscano Frei Rui Guido Depiné se ordenou Padre. Neste belo depoimento, ele revela um pouco sobre a sua vocação, a sua caminhada de fé. Vocação é dom de Deus mas o homem, no seu livre arbítrio, segue se quiser. Obrigada, Frei Rui, por ter seguido sua vocação. Obrigada, Deus, por permitir que conhecêssemos o Frei Rui. Ele combateu o bom combate.

Vamos rezar pelas vocações.

Paz e Bem!

A vocação do Frei Rui (2013)

Frei Rui Guido Depiné o.f.m.

A caminhada de Fé

Só localizo dois pontos:

1º. Momento:

O ambiente profundamente cristão e religioso da família. Se rezava de manhã, ao meio dia e de noite – mais breve. Se rezava o terço todas as noites com todo mundo apoiado na cama dos pais. Se rezava em todas as refeições.

Se rezava nos temporais e relâmpagos e trovões: “Santa Bárbara e São Simeão ... “

Se assistia a Missa algumas vezes por semana. Não tinha relógio. Muitas vezes se chegava na escadaria (da Igreja) – caminhada de 1 quilometro – e batia 1 da manhã.

A gente ia para casa e voltava para a Missa das 5 horas da manhã.

Na reza do Terço, se rezava os mistérios em italiano: “In questo misterio ricordiamo como il bambino Gesù é nato in Bethlem, dela Vírgine Maria. In questo mistério ricordiamo come Gesù é morto sulla croce...”

2º. Momento Forte

O segundo momento forte da fé foi entrar no Seminário, com 10 anos de idade:

Os Padres com suas batinas.

A liturgia.

O Seminário.

O Noviciado.

A Igreja.

A benção das casas.

A visita dos Padres.

Os noviços.

OS sepultamentos.

O próprio cemitério.

A morte.

Tudo isto era uma faceta da fé.

O Terço do Frei Rui

Frei Rui proferindo votos

O Sacerdote e a Eucaristia

A Santa Missa

O Santo Altar da Capela São Roque